26 de maio de 2009

fumo consumido, não apagado.

e se com um dedo eu apagasse uma chama de uma vela que não quer ser apagada.
queimava-me e ela continuava impune á minha angústia.
cada vez se acende mais, cada vez cresce mais.
para cima, irrequieta.
assim é a minha chama branca.
num prato espelhado.
assim te vejo alumiado.
se calhar fiz com que o vento entrasse.
mas ele não quis.
e tu continuas por aqui.
acompanhando este ser perdido pela revolta nervosa da angustia do arder por ambição.

24 de maio de 2009

mais uma se tornou corrupta por obrigação

Aconteceu quando

Ela queria a salvação
E no meio da rua perdeu o EU.


Sentou-se num barco
Esperou por auxílio
Até que chegou uma alma vinda do exílio


Obrigada disse ela
Quando foi levada
Para longe do mundo cruel
Onde ela foi despida para se libertar


Caminhou, andou, correu

Abriu a boca
Para gritar
E ao mesmo tempo
Cala-te: disse eu


É tão bom ajudar
Quando podemos
Quando não nos falta
O ar


Vou á praia
Vejo o mar
E encontro-te a ti
Sempre presente
Em mim


Um dia mostro-te
Uma vela branca
Aquela que te acompanha
Juro que não te apagarás


Sais do teu além
Para comunicares
Obrigada
Por seres como eu sou


Vou a correr
Para junto do nosso comum
Precisa de ajuda
Eu elimino o sofrimento
Ambos sorrimos


Claro que a relva do jardim
Te faz muito feliz
Sem ela
Não confiavas em mim


O outro lado do mundo
Mais
A violência deste.

21 de maio de 2009

Blog da Dalila Carmo

Estou a criar um blog em homenagem á nossa actriz Dalila Carmo.
Venham ver e comentar http://adalilacarmo.blogspot.com

Espero que gostem.

11 de maio de 2009

injustiça

Se eu tentasse salvar o mundo da corrupção divina de todos, será que conseguia?
Fui introduzida num mundo injusto.
Fazer por obrigação, porquê?
A injustiça do desaparecimento. Uma passadeira pode trazer um abraço a uma pessoa.
Se tivermos sempre alguém que nos dê um abraço e se olharmos para os outros todos que não têm, conseguíamos distinguir que somos uns privilegiados da comunidade.
Sermos bons, serve para nos cortarem a bondade com a mágoa.
Sofrer por não poder ajudar mais. Não é necessário viver assim, o mundo obriga.
As leis foram feitas para serem cumpridas, mas por vezes não são correctas.

8 de maio de 2009

Auto Lavabos

Realmente só a nós. Depois de um atendimento tão delicado chegámos ao meio do mundo para furarmos um pneu e esperarmos pelo atado durante uma hora e quarenta minutos, acompanhadas pelo caro e vedeta Morais. Oh minha amiga!
Depois passadas algumas voltas no mesmo sentido sem saída cheguei ao meu posto e comi água.
Mais tarde abri os textos e eles já cá não estavam. Agora recomeço tudo de novo. Que agradável. Trinta e um minutos de conversa de celular, ai as minhas e as tuas radiações. Já fiz a mala. Amanhã rumo para outro destino e prometo levar o lavabos comigo. Sempre com assistência em viagens. Vai uma pastilha elástica? Já cá está. Continuando o nosso trabalhão...... 
E vivi em Paris e vi a princesa Diana e....pois é isso mesmo que me faz mal, mas eu não digo nada. São colegas? Ai que giro. Grande aperto de mão. Obrigado ao moço do macaco torto.
 

5 de maio de 2009

Carãn





Minha Carãn hoje és tu quem vai receber o maior abraço. 
És especial porque assim me fizeste acreditar. 
O banal dos parabéns é só uma mera saudação neste teu dia.
Espero que te seja um dia agradável e que ainda apagues muitas velas nos vários bolo de anos.
Jovem de idade e igualmente de espírito.
Um kiss à Carãn

26 de abril de 2009

Escrever ás 3 e tal da manhã

A música 3.
Senti que punha um gigante chapéu e que depois chovia, ele molhava-se e ficava sem piada.
Nasceu o lembrar. E agora?
Vou á cozinha como uma maçã e depois encontro uma personagem com uma mala azul petróleo, gostei.
Depois falo com o café e digo tenho fome. Ah tanto que não!
A seguir vou agarrar nas objectivas e vou retratar os animais.
A dança do vento ao som da chuva. O som do ar. O cheiro da mesa.
Agora sentada no chão, a sentir o arder da neve.
A lembrar a antiga casa. Os antigos pensamentos. Os passados desejos.
Uma casa assaltada ás 11 da manhã.
Dá me corda.
Amanhã dormir. Hoje viver.
Fazer um copo de água. Pôr um ponto final.
Pensar na Junção. Ouvir.
Às vezes.
Vou conduzir. avião barco carro bicicleta
PALAVRAS.
O ensaio vai ser dentro da tomada.
Os papeis vão estar na água.
A caneta para escrever, está escondida na sanita.
Os olhos estão desfocados.
Os ouvidos a sangrar.
Mantém-te firme.
Estou a ver uma almofada vermelha cheia de pontas amargas do encarnado forte que se molha.
Um doff, ai que strss. O mundo vai acabar. Dentro de ti.
O que será que Deus quer?
Quando os Reis tentavam ser Reis eu estava sentada no passeio da rua a admirar as rainhas.
Ninguém te pode vencer.
A dormir no sofá fazes uma formiga chorar de medo, porque tentas incomodar a alma das patas.
A máquina dos sumos avariou.
Os dedos estão soltos, não consigo parar.
O gasóleo não acabou.
Vou saber, o querer, esse favor.
È tudo mentir, a cena do camião grande. Na rua do meu mini. Nervoso? Verde? Riscas?
Descola.
Um tapete com argolas malucas. É verdade e não enganou. Um leite a comer pro alimentar.
Intriga de rua.
Copos vazios e palhinhas cheias.
Uma vez perguntei ao tempo o porquê das banalidades. E o tempo respondeu porque elas têm de existir para percebermos o que não é banal.
Uma vez perguntei ao tempo o porquê de tentar esquecer e não conseguir? O porquê de pensar no pecado. E o tempo respondeu porque somos involuntarios no pensar e no agir.
Uma vez perguntei ao tempo porque é que eu o questionava tanto. E o tempo respondeu porque só eu te farei esquecer com o passar dos segundos.

8 de abril de 2009

NO SO YO!!!

...o lado...intelectual....


A Junção de vida..............
(e não digo mais nada)................
vês ?
Eu não.
Café Café Café Café Café Café
Trabalho global muito sentado.
A não perceber.
Café sentado.........


"Sentido Portátil"




Dia 15 de Abril estrea a peça "Sentido Portátil" no Teatro Taborda.


Uma peça para o lado intelectual.


Para pôr o público a pensar.


Encenação: Carla Bolito.


Interpretação: Rita Calçada Bastos, Diogo Bento e Tiago Mateus.


5 de abril de 2009

Portugueses em Hollywood.


Lia Fietz, advogada que seguiu o sonho de ser actriz.

Fez as malas e foi para Hollywood para nunca mais voltar.

Estudante e actriz de Teatro e Cinema em Los Angeles há três anos.

Visão de 12 de Fevereiro de 2009.

26 de março de 2009

"...Temperantia...Estou de Dieta."


Rica encenadora.
Um trio confiante em que o resultado final é muito bom!
A "JU JU" nem imagina a presença que tem em palco.
O cego está lindo porque se baseia na simplicidade.
A gorda da dieta do mijo de vaca está anormalmente bem_!
Um grande trabalho final.
Uma estreita de outras grandes estreias.
Gorda Gorda Gorda
Magra Magra Magra
Paris, a cidade dos sonhos. Ai que belos bolos.
Força.
Quem me dera a mim fazer uma estreia assim!

Parabéns á grande Teresa e grandes Filipa, Joana e Francisco.

23 de março de 2009

Começou a PAP

Dia 20 de Março de 2009, começou a PAP.
Agora estamos a chegar ao fim da nossa vida na Eptc.
Fomos promovidos a "actores" estagiários do TEC. Foram-nos dadas montanhas de informações, ainda numa aula de iniciação a um grande trabalho.
Informações base, como: """não dar palpites"".
Depois das bases, começou a informação geral sobre época, contexto, autor..............
Isto tudo com a paciência e colaboração dos nossos orientadores de pap.

Dia 23 de Março 2009.
Hoje foi-nos entregue em mão a peça "Muito Barulho Por Nada" que vai ser a nossa grande pap.
Uma comédia de Shakespeare que vai dar que fazer e falar.
Biografia, datas, fontes, contexto histórico, diário de personagem, bibliografia........................

Uma aventura pela frente, desde Março até Junho.

Obrigada a quem nos atura!

18 de março de 2009

...sentir...

Sentir o ar Sentir o escrever
Sentir a chuva Sentir o vento
Sentir a música Sentir o choque
Sentir o mal Sentir a água
Sentir o sol Sentir a solidão
Sentir o mal Sentir o balão
Sentir o morto Sentir o rebentar
Sentir a flôr Sentir o molhar
Sentir a respiração
Sentir a vida
Sentir o corpo
Sentir o sorriso
Sentir a agulha
Sentir o chão
Sentir o prazer
Sentir os 5 sentidos
Sentir as letras
Sentir o Sentir